domingo

TARADAOZS NO BAILE FUNK


2 DOTADOS - 12 HORAS – 37 CAMISINHAS

 

Nada como sair com a galera pra clarear a mente. Era Sábado e eu estava num dia daqueles em que ficamos em casa de pijamas, arrastando o chinelo e vendo qualquer “merda” na TV pra passar o tempo. Nada de bom pra fazer, mas estava ali curtindo o” nada” numa boa, até que um casal de amigos me ligou me chamando pra sair, insistentemente. Deram inúmeras opções: Lapa – boate, sauna,festinha num apê de conhecidos no Leblon... Nada me interessava, até que zapeando o controle remoto caí num canal que mostrava um evento num baile funk: muita piranha cercada de mulatão louco pra fuder. Alguém sabe dizer o que faz um hétero voltar pra casa sem gozar? A própria mulher quando nega fogo. Dei um estalo e joguei a idéia no telefone – eles toparam: Castelo das Pedras. Aí fomos nós.

O lugar era mais longe do que eu imaginava, e à medida que íamos nos aproximando dava pra notar que era bem no pé do subúrbio: casas bem simples, ruas mal asfaltadas e uma multidão afoita na rua. Luzes de carros de polícia se misturavam com buzinas de taxi e no meio do trânsito uns negões e mulatos bem gostosos com corrente de prata no pescoço, boné pra trás e muita atitude pra dar e vender. As mulheres, quase todas, bem piriguetes, prontas pra serem caçadas e devoradas até a última gota de porra.

Enfrentamos uma fila de 20 minutos e ali fora eu já estava com tesão num moreno que vendia cachorro quente na porta. Bermudão de praia, sem cueca e com a rola sambando. Era o suficiente pra me deixar tenso. Meus amigos sabiam dos meus filmes e ficavam me zombando dizendo que iriam arrumar vários dotadões pra me socar: eu só ria e dava corda, “era o que eu mais queria”.

Pra quem nunca viveu essa experiência fica a dica, vale muito a pena! É um caldeirão de novidades e mistura de raças e culturas. Vi gente de todo o tipo, muito gringo, muito playboy da zona sul, turistas e muita gente da comunidade. Um som incrível e contagiante. O local é meio caído, deixa a desejar, mas quem vai ao Castelo das Pedras vai pra se jogar sem receios, sem se preocupar com as idiotices dos lugares convencionais.

Tchutchatchutchatchatchutcha e assim seguia a batida que todos já conhecem. A mulherada se oferecendo com aquelas calças justas e os mulatos sem camisa, segurando copos de cerveja barata e ouriçados por uma buceta.

Por curiosidade resolvi ligar o aplicativo que tem no celular pra pegação e, pra minha surpresa, tinham pessoas a poucos metros de distância. Logo, um possível pirocudo à vista. O som começou a ficar pesado; geral se jogando na pista e meus amigos me pedindo pra parar de mexer no celular e curtir a noite:

- Larga essa porcaria e presta atenção à sua volta. Tem um carinha ali te secando.

Disseram um deles tomando o celular da minha mão. Dei uma olhada rápida e de cara não tinha agradado muito apesar de ser saradão. (As vezes acontece de não curtirmos uma pessoa, ainda que seja o mais lindo e gostoso de todos, o contrário também pode acontecer. É um risco que todos corremos e isso não é motivo para ter a auto estima abalada). Fiz que não com a cabeça e me devolveram o celular dizendo que eu estava escolhendo demais. Foi então que um deles resolveu abrir o aplicativo pra procurar um roludão pra me comer.

Música após música e eu já sem camisa, com o suor escorrendo pelo corpo, tropecei no pé de alguém e quando já estava prestes a cair fui segurado pela cintura com uma pegada forte:

 - Cuidado aí rapaz, aqui se cair na rede é peixe. Era uma voz com um timbre de macho e uma risada irônica. Quando olhei pra trás era o tal cara que eu não tinha gostado. Mas bem ali tive uma nova impressão dele, homem com atitude é 50% do caminho, agora só faltava ele ser pirocudo pra eu dar uma surra de rabo nele.

Dei trela e deixei rolar um papo bem rápido enquanto meus amigos ficavam fazendo gestos com a mão inisuando que eu iria dar a bunda. Mas pra minha surpresa, uma “piranha” gostosuda surgiu com as amigas e ficou roçando no saradão subindo e descendo, acompanhando o ritmo da música. Pela aparência e a lata de cerveja na mão dava pra notar que ela estava muito louca de tanto álcool. Não sei sei se foi por vingança ou preferência, mas o carinha me deixou no vácuo e meteu o pé com a “buceta” sumindo no meio do povo. Aí sim fiquei indignado e com mais vontade. Tratava-se de um macho que comia fêmea e que, de vez em quando variava no cardápio.  

Meus amigos riram muito da situação, ficaram me zombando até que em poucos minutos um deles teriam encontrado um dotadão no aplicativo a 30 metros de distância. Como já estava com tesão explodindo na cabeça, peguei o contato e desenrolei mais rápido do que o esperado. Eles me levaram até a porta do baile, me despedi e fui ao encontro da minha foda que esperava do lado de fora. 5 minutos de papo e o cara decidiu que iria me levar de moto até o seu “barraco” como ele insistia em chamar, o local ficava em Campo Grande (pra quem não conhece o Rio, fica do outro lado da cidade e pode levar horas pra chegar lá dependendo do trânsito), mas quando o assunto é pirocudo pra mim não tem impedimendo, não existe essa de distância – longe é um lugar onde não se quer chegar.

__ Tu não bebeu né? Ta cheio de blitz pelo Rio e também não quero morrer. Se pararmos numa Lei Seca aí vai fuder, mas sem foda.

__ Fica tranquilo lek, a única coisa que leva álcool aqui é a moto, e você vai levar pica nesse rabão.
Montei na garupa e antes de ligar a moto o roludão ligou pra alguém dizendo pra esperar um pouco que ele iria usar o local pra fuder, me explicou que dividia apê com outro amigo. Na hora meus olhinhos brilharam e eu completei: por mim não tem problema, se ele curtir dou pros dois. O cara soltou um riso e me chamou de guloso. Disse que estava preocupado em me machucar e eu devolvi: - Eu é que estou preocupado de não darem conta.

Ali vi uma expressão de desafio no rosto dele e o circo já estava armado: Ok então, isso é o que veremos, foi a resposta dele.
Passou a mão no celular e pediu o carinha pra sair do baile dizendo que tinha uma putinha pra eles arregaçarem. Nem me passou pela cabeça que o amigo também pudesse estar dentro do Castelo das Pedras. Quando o cara saiu era o tal do saradão que teria me trocado pela vagabunda. Quando ele se aproximou ficamos um pouco “sem graça”, mas contentes pelo reencontro. Perguntei se ele tinha comido a piranhuda e ele disse que apenas a colocou pra mamar, mas que ainda estava com a porra na cabeça querendo jorrar leite:

__Vão indo na frente, que vou arrumar uma carona, mas não comecem sem mim. Disse ele.

Algum tempo depois, já no apê dos caras foi o saradão chegar e já foram me colocando pra mamar. Adoro a parte em que o cara tira a camisa e eu abro o zíper da calça, desco a cueca e caio de boca nas picas prestes a endurecerem como pedras. Vi que o saradão pegou um comprimido da mão do amigo discretamente e os dois tomaram juntos sem dizer nada. Na certa era Viagra e foi então que entendi quando o cara disse que iriam me machucar. Dois roludassos com a pica dura de Viagra: “fudeu”, pensei comigo. Um deles tirou uma sacola de mercado da gaveta, espalhou o conteúdo na cama e disse: só sai daqui quando terminar o estoque. Eram muitas camisinhas, impossível de contar com os olhos. 

Fui mamando, saboreando cada pica, segurando na base de uma e engolindo a outra até o talo. Ficava revezando nisso e deixando os caras pirados com a minha língua. O pirocudo do aplicativo já foi logo me colocando de quatro e linguando meu rabo enquanto eu engolia o saradão por inteiro, sentindo as bolas encostarem no meu queixo. As rolas eram realmente grandes e grossas como eu estou acostumado, mas duras daquele jeito eram uma novidade, um novo desafio para TARADAOZS. Sabia que se deixasse os caras saciados a notícia percorreria o meio deles e tão logo mais roludos surgiriam – é uma rede de contatos. É assim que funciona.

Me sentia uma criança numa fábrica de brinquedos tamanha a felicidade e tesão. Um deles colocou um funk alto pra tocar no rádio pra abafar os gemidos que estavam por vir, eles estavam dispostos a me tratar como ovelhinha no matadouro, e é assim que gosto.

Tão logo os dois sentaram num sofá, lado a lado,com as pernas bem abertas e com as picas durassas, empurrando até o talo com a mão, numa leve disputa de mostrar quem tinha a rola maior.Foi então que me disseram pra escolher em quem eu sentaria primeiro. Os dois eram pirocudos, o cara do aplicativo deveria ter uns 22 cm e o saradão uns 20 cm, mas bem mais grosso, e foi esse que eu escolhi, queria ter todo o meu rabo alargado. Colocaram as camisinhas, passei gel no saradão e já fui sentando sem cerimônia. Quando eu ameacei dar um gemidão ele me puxou pelo pescoço e me tascou um beijão na boca enquanto o amigo ficava ao lado admirando a cena, punhetando e dizendo putaria. Eu cavalgava gostoso e vez por outra o deixava dominar a situação, ele me segurava forte pela cintura e bombava forte. Vi que ele curtia me ver sofrendo no picão dele – esse é o momento em que os machos marcam território.

Começamos o revezamento, ora sentava em um, ora mudava pro outro e os dois estavam bem à vontade numa disputinha saudável de quem me fazia gemer mais.

Agora vai um macete: descubra qual é o mais vaidoso numa foda a três e comece a provocá-lo dizendo que o pau do outro machuca muito e que é grande demais.Pronto, aí verão o que acontece. Foi o que eu fiz, elogiei o pirocão do carinha do aplicativo e o saradão ficou ainda mais arisco, me ordenando que eu ficasse de quatro no chão. Empurrou minhas costas com as duas mãos, deixando o rabo bem empinado e começou a me violentar com a pica durassa numa posição que entrava rasgando tudo. Não sei como ele fez aquilo, mas ele travou as minhas pernas com as dele, me deixando imobilizando, empurrava a minha cabeça contra o chão com uma das mãos e me fazia ver estrelas. Ainda não tinha conhecido essa posição.

Depois de bastante tempo de suor, troca de camisinhas e várias posições, eles decidiram me levar pra laje. Confesso que não gosto muito de exposição ao ar livre, mas dava pra notar que estávamos numa posição privilegiada, com uma certa privacidade. Colocaram um colchão no chão e fiquei mais algum tempo mamando os dois, espero que eles não me levem a mal se lerem esse post, mas notei que estavam pegando fôlego pra dar continuidade. Enfim, o importante é que depois de umas garrafadas de água no gargalo eles me travaram numa DP arrebatadora. Ali senti um pouco de medo, porque as picas estavam ainda muito duras e os dois entraram numa química tão forte juntos que eu era simplesmente um brinquedinho na mão deles. Socaram até gozar juntos, como se tivessem cronometrado. Que delícia dois machos urrando juntos, se tremendo, um por cima e outro por baixo... Inexplicável.

Parada de vinte minutos pra bater papo, dar risadas, repor as energias e lá fomos novamente. Fudemos muito, os barulhos de grilos já estavam sendo substituídos pelos sons dos pássaros e tudo indicava que o sol ia surgir em poucos minutos.

Me lembro bem de num certo momento em que eu estava de frango encima de uma mesa velha sendo comido por mais de uma hora sem interrupções e o sol começava a nascer lançando uns raios tão fortes que me cegava. Eu tinha a falsa impressão de que estaríamos chegando ao fim. Por mim estava ótimo, já estava sem forças e arrombado o suficiente pra ficar sem dar por um mês. Gozei pela terceira vez e então eles me levantaram da mesa, deram um tapa de leve na bunda e disseram:

__Ainda queremos gozar.

Pela minha expressão, notaram que não teria mais forças pra aguentar pica e deu pra ver que isso era o que dava mais tesão neles: a sensação de destruir um muleke da zona sul.

Não sei qual era a dosagem do Viagra, mas as rolas deles continuavam de pé como se tivessem a dias sem fuder. O pirocudo do aplicativo me puxou pelas mãoes e foi me levando pro quarto dizendo que ali não havia taxi e que eu só voltaria pra casa quando eles quisessem. Não sabia mais o que era verdade ou brincadeira, mas uma coisa era certa – eles queriam gozar.

Colocaram cobertores pra tampar a luz do dia que já estava mais forte, me colocaram de 4 na cama e continuaram a socar. No período da manhã, tivemos apenas uma parada pra comer pão com salame e guaraná. E mais rola adentro. Quando vi que o relógio acusava 2 da tarde, resolvi usar meu último artifício. Comecei a gemer como se fosse gozar vangloriando a performance deles, e quando o primeiro iniciou a jorrar leite, o segundo não se conteve. Realmente me destruíram e fiquei tão arregaçado que sentia meu cú pulsando. Tinha camisinha pela casa toda, e pela nossa conta foram 37 apesar de terem sobrado algumas. Essa foda, sem dúvidas, entrou para o ranking das 10 melhores de TaradaoZS.

Uma semana depois recebo um convite desconhecido no Skype, recomendação deles. Quero mais!!

TaradaoZS

segunda-feira

O funk do rabudo Ah lek lek

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        TaradaoZS dá uma instigada em todos os pirocudos do Rio de Janeiro balançando o rabão no hit de Ah lek lek 

terça-feira

Fã que quer comer TARADAOZS



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Gringo dotadão em visita ao Rio de Janeiro envia vídeo da pica intimando TARADAOZS pra fuder. O encontro já foi marcado, agora é esperar pra ver!!!

quarta-feira

Fã que quer comer TaradaoZS


Rio de Janeiro, RJ


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TARADAOZS está de volta!!!

TARADAOZS está de volta e vai postar tudo
 que você não viu...
 
 
TARADAOZS is back!!!

quinta-feira

Fã que quer comer TARADAOZS


Londres, Inglaterra


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segunda-feira

Olha o rabao de TaradaoZS

De dar água na boca




quarta-feira

Primeiros vídeos de TARADAOZS

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segunda-feira

Fã que quer comer TaradaoZS


Paris, França

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terça-feira

Contos de TaradaoZS


TaradaoZS e o camelô pirocudo
Não faço apologia à pirataria, que isso fique bem claro. Mas que eu gosto de um pirata... Ah isso eu gosto.
Aniversário de uma amiga maluca da Gávea, traje à fantasia. Não existe lugar melhor no Rio de Janeiro pra encontrar esse tipo de coisa senão no Saara. Pra quem não é carioca é como se fosse a 25 de Março em São Paulo, ou um mercadão desses do Marrocos como aquele que aparecia na novela “O Clone”, que vende de tudo a preço de banana. E banana é o que não faltou naquela tarde.
Desci na estação Uruguaiana do metrô. Gente por toda parte, produtos de todo o tipo e um mundo de opções aos nossos pés. É uma atmosfera diferente, com gente feliz e bastante suburbano dotadão que de cara dá pra ver que não transa, fode; não goza, esporra; não soca, esculacha.
Tem lugar melhor pra um rabudo dar sopa?
Fui pra lá propositalmente com uma calça jeans clara atochada no rabo e um boné da seleção pra instigar os “héteros”. Quer levar um homem pra cama dê uma cerveja, fale de futebol e converse olhando nos olhos e na pica (mas sem ser descarado). Se o papo fluir vai rolar, senão parte pra outra.
Voltando à história do Saara. Terminei de fazer as minhas compras e fui dar mais um giro pra desbravar o local que vende coisas impossíveis de acreditar. Caminhando entre uma banca a outra vi, no meio do caminho, algo que me chamou atenção: vários DVDs desde filmes de Hollywood, séries brasileiras à pornografia, expostos no chão - e tinha bastante filme gay.
Peguei alguns filmes pra ler a sinopse tentando disfarçar a fim de ver a parte pornô, quando de repente o camelô me pegou com os olhos num DVD com um negão pirocudo na capa. Ele, que também era negão, se apresentou e continuou sem me constranger:
__ Aí fera, promoção relâmpago, 3 por 10 reais. Qualquer filme.
E terminou ajeitando a rola (boa pista).
__ Ta procurando algum em especial? Vi que tu estava olhando uns de sacanagem...
__Só estou de passagem mesmo.
__ Fica à vontade. Disse ele.
Um casal de adolescentes se aproximou, escolheu três filmes de terror sangrento, pagaram e se foram. E ele voltou a atenção pra mim. Tirou um DVD de uma pilha de outros que ele guardava numa mochila e me mostrou:
__Ta vendo esse aqui? Black list, já ouviu falar?  Esse sai muito. Leva três por 10 e ainda te dou mais esse de brinde. Vai curtir, acho que é o seu estilo, todo mundo se amarra.
“Meu estilo? Como ele saberia? Acho que está dando corda...” Pensei comigo enquanto ele continuava:
­­__ Já comi muita mulher por causa desse DVD. Quando elas aparecem eu mando a real dizendo que eu estou no filme e no dia seguinte elas voltam pra tirar a prova. Sempre funciona.
Peguei o DVD novamente procurando por uma foto dele na contracapa e disse que não o encontrava. Ele não mediu as palavras:
__ Claro que eu não estou no filme, é forma de dizer. Sou negão pô, então já viu né, Deus foi generoso com o brinquedinho aqui... E se bobear é bem maior que esses do filme porque tu sabe que essas paradas são cheias de truques de imagem, edição, ângulo, e comigo não tem essa.
Era um filme pornô hétero que só tinha negão jumento destruindo a buceta das branquelas. Olhei mais uma vez as cenas da contracapa e fiquei com um tesão incontrolável. Naquela hora eu queria ser a comidinha do primeiro pirocudo que cruzasse o meu caminho. Olhei pros lados, só negão, voltei os olhos pro DVD, só negão, levantei a cabeça e lá estava o camelô: um negão com um corpo magro sarado, bermuda de surfista, boné pra trás e corrente de prata:
__ E então, vai querer levar?
__ Oi?
__ Levar o DVD, vai querer ou não?
Aquele “levar” soou nos meus ouvidos como levar no rabo, mas pensei que fosse proposital da parte dele.
__ Bom, vou levar sim, caso não funcione posso trocar?
__ Tô sempre aqui fera, sem erro. Nunca arredo o pé deste ponto senão perco as oportunidades. (mais uma mexida na pica acompanhada de um risinho sarcástico).
Uma gostosona bem piriguete se aproximou e ele voltou a atenção toda pra ela, como se eu não existisse ali. A mulher fez meia dúzia de perguntas, não levou nada e se mandou. Ele, que já estava tenso, comentou:
__ Tu viu que gostosa, se pego uma mulherzinha dessas chupo a buceta dela até ficar bem molhadinha e depois parto ela ao meio de tanta pirocada. Foda que essas porras não liberam o cú e quando deixam ficam reclamando de dor, mulher pra enfrentar o negão aqui só sendo bem vadia.
__ Porque? Elas não aguentam te dar?
__ Dar a buceta até que aguentam sim, mas buceta é só fama, bão mesmo é cú. Aí é que é foda arrumar alguém que aguente.
A certa altura eu já estava nervoso de tão excitado e tentei dar uma cortada pra ver se ele queria realmente me empurrar os DVDS ou me liberar a pica:
__ Quero o de quatro então.
__ Hã? Perguntou ele franzindo a testa, mas bem animadinho.
__ Quero a promoção que leva os quatro DVDs.
Dei uma risadinha irônica.
__ Já é.
 Ele foi colocando os DVDS numa sacola quando me disse que um deles estava na capa errada. Procurou dentro da mochila e nada:
__ Faz o seguinte, vem comigo aqui rapidão que eu descolo esse que está faltando com um parceiro aqui.
Fiz que sim com a cabeça e ele acenou pra um rapaz que trabalhava numa banca de roupas bem em frente:
__ Aí Batata, dá uma olhada aqui pra mim rapidão, vou ali trocar esse DVD e já volto.
Ele pediu que eu o seguisse e assim fiz. Fomos abrindo caminho em lugares difíceis de passar, algumas vezes eu pulava algum cercadinho e finalmente chegamos aos fundos de uma tenda bem velha, caindo aos pedaços, que servia como depósito de mercadorias. Lá, ele passou a tranca na porta e foi logo tirando a camisa:
__Quer ver se é grande mesmo? Vi que tu tava duvidando, seu safado.
Nem me dei ao trabalho de responder e fui logo tirando a bermuda dele. O pirocão pulou pra fora e mole, já dava pra notar que ia me assustar quando grande. Segurei-me pelas coxas dele, abocanhei aquela rola grossa e negra deixando que ela crescesse na minha boca sem que eu a tirasse. Quando a pica já estava bem ereta e dura, baixei as calças e empinei o rabo para chupá-lo ainda mais, numa posição de submisso.
__ Que cuzão! Sussurrou ele enfiando um dedo no meu rabo com uma mão enquanto, com a outra, ele forçava o meu pescoço pra engolir o máximo que eu pudesse daquela piroca gigante.
Fiquei batendo uma punheta gostosa olhando pra cara de tesão dele. Ele urrava de prazer e colocava a língua pra fora como se fosse um cachorro salivando de sede.
Ele me ordenou que eu ficasse de quatro encima de umas sacolas para que ele continuasse se masturbando admirando meu rabo. Dei aquela balançada com a bunda que deixa os ativos doidos e olhei pra ele me oferecendo:
__ Tem camisinha aí?
__ Tu aguenta dar de boa? Tem certeza?
__ Eu é quem deveria perguntar se você vai dar conta. Respondi num tom desafiador.
__ Ah muleque... Tá fudido agora.
O cacete dele era realmente de intimidar, mas não me lembro de fugir de pica até hoje. Com a minha experiência descobri que não existe pau enorme, mas sim pouco tesão. Se você estiver excitado o suficiente desafia qualquer jumento.
Ele encapou o bicho, deu umas cusparadas na mão, molhou a rola e já foi enterrando no meu rabo forçando a minha cabeça contra umas roupas pra que eu não desse um pio.
__Porra, que cú macio muleque...
Enfiou a pica inteira até as bolas encostarem e ficou latejando dentro de mim fazendo com que eu sentisse a pressão abrir minhas pregas. Logo ele me puxou um pouco mais pra baixo e sem tirar a rola passou as pernas por cima de mim se posicionando como um animal e disparou a socar.
Não sei o que acontece, esses caras do subúrbio fodem como desesperados, colocam os carinhas da Zona Sul no chinelo, é como se cada trepada fosse a última deles, então eles socam pra valer.
Depois de algum tempo ele me pôs de frango e continuou metendo forte até senti uma pontada dentro de mim, como se tivesse me invadindo e tocando o céu da minha barriga. Tentei fugir daquela posição, afastá-lo com a perna mas essa atitude só deixa os ativos ainda mais ansiosos pra meter.
Então aqui vai uma dica para os rabudos de plantão: se você está dando pra um macho pirocudo e na hora “H” der uma gemida gostosa, colocar a mão tentando afastá-lo ou pedir pra ele parar é o mesmo que assinar a sua sentença de morte porque qualquer ativão vai socar ainda mais até te detonar.
Dito e feito, o camelô estourou o meu cú de tanto meter e jorrou meio litro de porra encima de mim, deixando meu peito todo colorido, escorrendo leite pelas laterais.
Depois desse episódio virei consumidor assíduo dos camelôs e já estou de olho nuns dois que trabalham pelas ruas de Copacabana.
TaradaoZS

quinta-feira

SUPER TZS - O super herói dos dotados!

Chega de histórias em quadrinhos, de enrolações na internet e dos perfis fakes do Grindr. TARADAOZS brevemente voltará em cena como o Super TZS, salvando todos os dotados do tesão infernal na calada da noite.



segunda-feira

Fã que quer comer TARADAOZS





Rio de Janeiro, RJ

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TaradaoZS enfrenta dois machos de 24 cm

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                           Pra quem não viu , esse é um dos clássicos que consagrou o rabudo carioca rendendo milhões de hits na internet e sendo multiplicado em mais de 108 países.
                          Os dois pirocudos fodem sem pena e deixam o muleke arrombado, vale a pena conferir. Caso queiram ver a qualidade original do vídeo dêem uma olhada nas primeiras postagens desse blog ou, no site XTUBE.com e também, no XVIDEOS.com.

quinta-feira

Novo conto do rabudo em breve!!!

TaradaoZS vai ao centro da cidade do Rio de Janeiro e é esculachado por um camelô pirocudo que vendia DVDS piratas.